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Sobre o pessimismo e a positividade tóxica

Segundo o psicólogo e criador da psicologia positiva, Martin Seligman; somos naturalmente pessimistas por conta de uma questão de adaptação e sobrevivência, além de uma herança cultural primitiva, no qual o otimismo era incompatível com a realidade da época. O fato de não sermos naturalmente otimistas, mas prioritariamente pessimistas, faz todo sentido quando pensamos em uma época na qual precisávamos estar atentos ao ambiente hostil no qual vivíamos, de modo a evitar qualquer possibilidade de risco iminente. O pessimismo moderado nos torna vigilantes, cautelosos e realistas com as possibilidades de um perigo iminente, ao não dar espaço para que riscos desnecessários sejam a razão para uma situação trágica. Em contrapartida, o otimismo nos torna confiantes, mas embora pareça vantajoso, precisa ser igualmente visto com moderação, pois o excesso de confiança pode dificultar as coisas, uma vez que não mensuramos riscos por achar que estamos no controle da situação. Não é difícil imaginar ...

Sobre nós e o nosso futuro neste planeta

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Que o planeta Terra é o berço da humanidade, isso não é lá uma grande novidade. Embora pareça bastante óbvio a qualquer ser humano, quando questionado a respeito, muitos de nós não percebemos que somos completamente dependentes dele para tudo que diga respeito a nossa existência enquanto espécie. E se algo der errado, estamos completamente perdidos, pois não temos um backup da Terra para fugirmos para lá. A Terra é o berço não só da humanidade, mas de os demais seres vivos que conhecemos e sem as condições adequadas, tanto nós como as demais espécies, estaremos fadados a extinção. No passado tivemos alguns eventos catastróficos importantes que levaram espécies inteiras à extinção e abriram espaço para outras mais evoluírem e popularem o planeta. De processos evolutivos naturais a catástrofes naturais, passando por períodos glaciais, quedas de meteoros e transformações geológicas, nosso planeta passou por diversas transformações desde sua origem, dando início as novas condições climátic...

Sobre minha vida no skate em uma época inesquecível

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  Foto: Pinterest                             O skate é um esporte fascinante e chei o de adrenalina, pois exige habilidade, resistência física e coragem de quem o pratica. Mas o que talvez ainda seja desconhecido por alguns é o fato de que diferente de hoje, nos anos setenta e oitenta, ser skatista era um desafio e tanto, além de um esporte para poucos. A piazada de hoje não faz ideia da adrenalina que era ser 'skatista' nos anos 80, numa época em que ter um skate custava caro e por isso havia mais medo de perdê-lo do que de machucar-se. No meu caso e de vários amigos, era a adrenalina de encarar ladeiras como em certos pontos da Protásio Alves ou simplesmente descer sem freios e de cócoras no skate por algumas avenidas como a Manoela Elias, Ary Tarragô, Cristiano Fischer, Salvador França, Ladeira do condomínio Sesc, Mostardeiro, Ramiro Barcelos [na altura do Hospital Moinhos], Dr. Timóteo ou Bordini e ainda ter...